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Governador sanciona lei que institui o programa Bahia Sem Fome

A lei que institui o programa Bahia Sem Fome foi sancionada pelo governador Jerônimo Rodrigues. O ato foi realizado na tarde desta terça-feira (28), em evento no Centro Social Urbano do bairro de Mussurunga, em Salvador.

Depois de ser aprovada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a nova lei garante assistência e recursos próprios para ampliar as ações de combate à fome em todo o território baiano. O programa Bahia Sem Fome passa a contar com o Fundo Estadual de Combate à Fome e com conselhos estaduais e municipais, que vão desenhar as necessidades de cada região, em diálogo com outras ações estaduais. O objetivo é reduzir a insegurança alimentar e nutricional no estado.

“O Brasil agora tem um leque de oportunidades para recepcionar os US$ 10 bilhões que a Arábia Saudita quer investir”, afirma Rui Costa

A oficialização do investimento deve acontecer com a chegada do presidente Lula ao país árabe nesta terça-feira

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, informou durante entrevista, nesta terça-feira (28), em Riad, que a Arábia Saudita e o Governo Federal vão constituir um grupo ministerial de trabalho para alavancar as oportunidades de aplicação dos US$ 10 bilhões que o país árabe quer investir no Brasil.

“Acabamos de chegar de uma reunião com fundo estatal de investimentos, que coordena outros seis fundos de investimentos aqui. Eles já anunciaram desde o encontro do presidente Lula com o príncipe herdeiro, Mohammad bin Salman, o desejo de investir esse montante no Brasil e estamos criando um grupo de trabalho de ministros , tanto do governo brasileiro quanto saudita,  para materializar esses investimentos”, explicou Rui Costa.

O ministro já apontou os setores que devem captar valores, “que vão desde a área de energia, passado pelas energias renováveis, à área de segurança alimentar, produção de alimentos”.

O Novo Pac, coordenado pela Casa Civil, também deve ser destinatário de grande parte dos recursos. “A expectativa é que parte desses investimentos ocorra através de fundos de investimentos. Eles [fundos árabes] não necessariamente participam sendo majoritários nos projetos, podem participar como sócios”, afirmou o ministro ao citar o leilão de rodovias no Paraná como um exemplo desta parceria, em que o fundo árabe entrou com 20% no negócio.

 Ainda sobre a realização de parcerias, o ministro da Casa Civil revelou que a Arábia Saudita quer que empresas brasileiras desembarquem em seu território, “para produzir”, assim como querem atuar na produção de alimentos em terras brasileiras.

A comitiva do Brasil  na Arábia conta com a participação do presidente FIESP, Josué Gomes, que ontem acompanhou a agenda de Rui Costa com os ministros sauditas de Transportes, Energia e Investimentos.

Ascom da Casa Civil

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