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Calote na compra da Rádio Difusora deve ir parar na Justiça

 
Com uma história de mais de 30 anos, a Rádio Difusora, de Teixeira de Freitas, cujo contrato social é Sociedade Brito de Rádio Difusão Ltda, de propriedade da família Pinto, fez uma parceria com o empreiteiro Sérgio Guimarães, o Serginho da Madel, que adquiriu parte da emissora.
Uma cota de 50% das ações foi vendida ao empreiteiro, construtor de casas populares, e a seu irmão.
No entanto, o que parecia ser uma solução para manter rádio no ar se transformou em uma grande confusão financeira, um verdadeiro calote que deverá ter solução apenas no Tribunal de Justiça.
Acontece que a família Pinto não recebeu o total dos recursos e o assunto estará sendo discutido agora na esfera judicial.
O empresário Serginho da Madel e seu irmão não pagaram à família Pinto, proprietária da emissora, a parte que adquiriram da Rádio Difusora.
A rádio, que tem programação voltada especialmente à comunidade católica, era AM e se transformou FM através da lei aprovada na época do ministro das Comunicações Paulo Bernardo. Além de não quitar o compromisso assumido perante a família proprietária da rádio, o grupo do empreiteiro Serginho da Madel loteou a área onde fica localizada a torre da Difusora.
Sérgio Guimarães convidou o governador Rui Costa para a inauguração, na próxima sexta-feira (12), da rádio Eldorado FM, mas não avisou as autoridades sobre o escândalo do calote e o montante que ele deve á família Pinto relativo à cota da Difusora FM.
 
Redação

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