Governo estreitou o diálogo com a cúpula do Congresso nas últimas semanas em uma tentativa de dar prosseguimento à agenda prioritária do Planalto
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estreitou o diálogo com a cúpula do Congresso nas últimas semanas em um movimento que combina interesses eleitorais e a tentativa de aprovar a agenda prioritária do Palácio do Planalto no Legislativo antes do primeiro turno. A avaliação do entorno do petista é que é preciso avançar com temas de forte apelo popular, a exemplo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1, para usá-las como vitrine na campanha de reeleição. Na mesma frente de negociação, há a expectativa entre os atuais chefes do Congresso de conseguir acertar o apoio do presidente da República para serem reconduzidos à frente da Câmara e do Senado no próximo biênio.
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Na semana passada, Lula se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), separadamente.
Com Motta, como o GLOBO antecipou, a conversa girou em torno da decisão do Republicanos de se manter neutro na disputa nacional, numa vitória para os governistas. Também participaram do encontro o presidente da sigla, Marcos Pereira (SP), o ministro José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais) e o presidente do PT, Edinho Silva.
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estreitou o diálogo com a cúpula do Congresso nas últimas semanas em um movimento que combina interesses eleitorais e a tentativa de aprovar a agenda prioritária do Palácio do Planalto no Legislativo antes do primeiro turno. A avaliação do entorno do petista é que é preciso avançar com temas de forte apelo popular, a exemplo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1, para usá-las como vitrine na campanha de reeleição. Na mesma frente de negociação, há a expectativa entre os atuais chefes do Congresso de conseguir acertar o apoio do presidente da República para serem reconduzidos à frente da Câmara e do Senado no próximo biênio.
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