Franedir Gois/OPovonews
A diretora do Rotary Clube de Teixeira de Freitas, Maria D’Ajuda Baldrae, junto com seus parceiros rotarianos, promoveu, na noite de 25 de setembro, dia do trânsito, nas dependências do Rotary Clube Teixeira de Freitas, uma importante palestra sobre o trânsito e suas consequências. “Palestra e Diálogos – Unidos para Salvar Vidas”. O patrulheiro da PRF, Marcelo Rodrigues Batista enfatizou a realidade da região, na tentativa de promover debates sobre o número de acidentes crescentes e resoluções urgentes, pois muito tem crescido nos últimos anos.
As despesas do Brasil com acidentes de trânsito variam em estimativas, mas estudos recentes apontam para custos na faixa dos R$ 117 bilhões a R$ 351 bilhões anuais em 2024, representando cerca de 1% a 3% do PIB. Esses custos englobam gastos com saúde pública (como os do SUS, que gastou R$ 449 milhões só em 2024 com vítimas de trânsito), previdência social, perdas econômicas devido à incapacidade das vítimas e impacto nas famílias.
Principais Fontes de Custo:
Saúde: Atendimento médico, hospitalizações, medicamentos e reabilitação das vítimas.
Previdência Social: Pagamento de benefícios a vítimas que ficam inválidas e aos dependentes de vítimas fatais.
Perda de Produtividade: A incapacidade de trabalhar de uma vítima representa uma perda econômica para a família e para o país.
Custos Indiretos: Dores e custos para as famílias das vítimas, como o suporte financeiro e a necessidade de adaptação da rotina para lidar com sequelas permanentes.
O Que Agrava o Custo:
Falta de Prevenção: A ineficiência de ações preventivas e a persistência de imprudências e falta de educação no trânsito contribuem para o alto número de acidentes e custos associados.
Impacto na Família: As vítimas, especialmente os chefes de família, ao serem incapacitadas, deixam de ser provedores e se tornam custos, arrastando as famílias para a pobreza.
Para reduzir os custos:
Educação no Trânsito: Especialistas defendem a implementação de programas de educação para o trânsito nas escolas.
Melhora da Infraestrutura: Aprimorar as condições das vias e o planejamento urbano pode ajudar a diminuir o número de acidentes.
Legislação e Fiscalização: Mudanças na legislação e uma fiscalização mais rigorosa podem coibir o comportamento de risco.










